
Como o Natal é previsível!
Todo ano vemos reportagens na TV sobre o quanto aumentou as vendas em Dezembro; outras mostrando que os homens compram tanto quanto as mulheres. Também veremos reportagens sobre as ruas comerciais de São Paulo, que lotam no final do ano; como também iremos ver programas falando sobre as compras na Internet, que parecem mais simples e rápidas para os consumidores brasileiros.
Nos jornais impressos e revistas, leremos muito, mas muito mais sobre o PIB.
Voltando para a TV (porque é o único meio de comunicação integralmente nacional, onde todos assistem – pobres à ricaços – mesmo sem gostar de TV), também notaremos o aumento crescente daquelas retrospectivas e especiais chatos de fim de ano, com o intuito de fazer um aparato pouco importante do que aconteceu no ano que se passou (ou que está para passar).
No dia-a-dia, aquelas perguntas do tipo “o que você vai ganhar de Natal?” ou “o que você vai me dar de Natal?” sempre nos cercarão. E perguntas ainda mais chatas surgirão: “quem você tirou no amigo secreto?”, “vai vestir branco no fim de ano?” (quem se importa?) e “você acredita em Papai Noel?” (se me perguntarem isso, responderei que sim, assim como acredito que ele seja o Jô Soares disfarçado).
São muitas, mas muito mais situações que surgem todos os anos, do início ao final de Dezembro. Talvez, a única coisa que permaneça imprevisível todos os anos são os presentes que ganhamos (sempre diferentes). A não ser as meias da sua avó e o “beijo daquela sua tia pegajosa”.
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